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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Magia & Tarot: Blogagem Coletiva



Nada melhor para começar um ano de blogagens coletivas do que falar de Magia e Tarot!

Assim eis nosso convite, meu e da Pietra.





Imagem: Luciana Onofre/2012




"Nas tantas situações que a vida oferece, algumas são muito felizes. Outras, mais angustiantes. Para celebrar ou para tentar resolver, tirar tarot é uma forma concreta de fazer alguma coisa a respeito. Porém é sabido que as cartas são marcas humanas e que, entre outras coisas, demonstram sucesso, alegria, prosperidade, paz. Qual é o seu desejo? Acredita que usar o tarot de forma intencional e não apenas oracular - ou tudo junto e misturado - resulta nas transformações mágicas/sincrônicas da vida?"


Participe desta escrita aonde o Tarot e a Magia se  enlaçam!

A data de publicação da blogagem será em um mês.


Sempre grata,

Luciana Onofre

sábado, 8 de outubro de 2011

Em tempo: mais uma coletiva!

 

 

Você, seu Tarot e seus Rituais




Eis uma blogagem coletiva pensada a 3, Luciana [eu], Nath Hera e Pietra. via Divinare.






"Você, seu Tarot e seus Rituais: 



Há essa necessidade entre você e seu deck?

Você realiza algum tipo de 

ato que sacralize de alguma forma seus decks e suas leituras,

ou nada disso é necessário quando se fala 

de Tarot?"

A data final foi escolhida pensando num dia especial: 31 de Outubro!


Te esperamos, como sempre.



Grata,

Luciana


terça-feira, 7 de junho de 2011

O Louco, meu Louco...




Meu Arcano escolhido foi O Louco, por um amor que lhe tenho, por uma relação intrínseca, visceral que há entre minha vida, meu percurso e ele.


Tarot of the Trance / U.S. Games

O Louco, andarilho sem idades pode ser entendido como parte da Roda do Destino, como parte dum Dependurado, como parte de qualquer Arcano, pois ele surge sem número exatamente para isso: para ser o que for necessário representar ao longo de toda nossa jornada... Ou jornadas.  Não apenas ser apreendido como esses dois arcanos, parte deles, ou passagem deles, mas se formos analisar com delicadeza, ele pode ser parte coadjuvante ou principal de qualquer um.

Ele é um eterno viajante, com eternos caminhos, de idas e voltas, nunca sabemos quando nos deparamos com ele [seja na vida real e concreta, ou como uma leitura de cartas] se ele tudo nos dirá, se ele permitirá que saibamos por quais paragens já andou, quais coisas viu, de qual ponto da estrada ele vem ou a qual vai... O entendo como uma profunda incógnita.

Ao longo dos meus 41 anos eu o vi muitíssimas vezes, encarnando O Louco Demente, O Louco Andarilho, O Louco Sonhador, O Louco Vagabundo, O Louco Ensandecido, O Louco Inocente, O Louco Eremita, O Louco Destino... Há tantos Loucos em fim, e sem eles acordar seria monótono e previsível.

Se ele surge ao lado dum Carro afoito, pode ser que o Destino o colocou ali para que usemos o freio e demos um tempo, ou não e atropelemos a vida de algum incauto que teimou em passar na nossa frente ou atravessar a estrada... Ela nada tem com isso, com o que faremos, pois ele é apenas um Louco, a decisão é nossa, o Carro é nosso, mas O Louco é o destino avisando.

Se ele teima em ficar com um Dependurado, o vejo como um acontecido feliz: este Louco fala, diz com sua fala mansa que sair da estrada para apenas encarnar o Louco Despreocupado, O Louco Deleitador,  é a melhor ação para evadir uma emboscada que quiçá nossa presa, nosso medo colocou no caminho e dela somos reféns... Dar uma de Louco quando Dependurados é quiçá o melhor sistema para aproveitar esse breque da vida, apenas descobrindo com olhos desprovidos de tudo, o mundo que sempre esteve aqui, ao nosso lado.

Dime con quién andas y te diré quién eres, e isto jamais foi tão assertivo como quando aplicado ao arcano O Louco. 
Quem lhe fizer companhia dele poderá obter um aliado, um novo olhar, um insigth terrível ou um final fatal, pois ele é aquele que tudo pode vir-a-ser, aquele que tudo já foi, ou aquele que nada tem a ser, e são as cartas que o circundam, ou que o avizinham aquelas que sofrerão sua influência...
Não é atoa que nos naipes de jogo ele aparece como o Curinga, aquela carta que muita coisa pode ser.

É na sua infinita liberdade "assistida" [sempre há aquele animalzinho mágico de poder, xamânico a rondá-lo] que jaz a facilidade inerente ao Louco de se mimetizar ao entorno e passar desapercebido em sua caminhada secular. Mas desapercebido não quer dizer invisível, ou inerte, ele sem dúvida alguma sempre indica um desapego iminente, seja para com a vida em si [e aqui mora a Morte], seja para com um modo de vida [O Julgamento?], seja para com alguém [os Enamorados], ou a ruptura de laços e empatias para com um sistema [o Imperador, o Hierofante]... Mas em suma,  O Louco não é aquele bobo da corte inofensivo, um bufão simpático inativo, ele é operante!

O perigo é deixar que este Louco ande sem o nosso eixo pessoal, ou pior ainda, dilua nosso eixo pessoal, que dum estágio lúdico, recreativo, de prazer e deleite para com a vida, para com apenas deixar-se ir, o Louco se torne uma muleta emotiva, sensorial, mental e espiritual que usamos como meio de justificativas quando não sabemos lidar com essas esferas da vida: não sabemos amar, fazer parte, fixar ideias, evoluir pensamentos, concretizar sonhos, vivenciar um credo... 

Quando assim, O Louco encarna a pior das suas manifestações, mas também é ingrato culpá-lo pelas nossas solidões, pela fuga dos amigos ao avistar nossa presença, pelas falas coletivas sobre o que somos e fizemos, pois é escolha nossa manifestar esse aspecto dúbio e obscuro do Louco...

Podemos desejar um Louco quando tentamos outros caminhos, para assim encarar o quem vem pela frente sem presas ou preocupações, apenas aproveitando a nova chance, sendo o neófito que devemos ser quando o propósito é aprender.

Mas a maioria das vezes O Louco apenas quer assinalar um estágio em nossas vidas onde "In mundo privato" temos que encarar nossos demônios a sós, tecer nossos diálogos internos e reflexões, ver com nossos próprios olhos o Mundo e aprender com quedas e estradas sem fim a trilha da Vida. Onde devemos ter aprendido com toda a bagagem que ganhamos nesse caminho, o momento de partir, de voltar, de seguir em frente.



Magical Forest, Tarot of the Master, Bruegel Tarot/Lo Scarabeo; Tarot of White Cats/Llewellyn; Tarot Lukumi/Dal Negro; Paulina Tarot/U.S. Games


Meu amor pelo Louco mora na capacidade excepcional que ele tem de ser ele mesmo, sem vergonhas, sem medos aos parâmetros impostos pelo status quo, a seu singularidade exótica retrata como vejo a mim, aos meus e a vida... 

Eu gosto de ser este Arcano, e aceito os desafios e os perigos que ele traz consigo... Sem ele, penso que tudo teria sido bem mais fácil em meus dias, mas sem ele eu não teria aprendido tanto a criar meus eixos pessoais, a ceder quanto ao meu ímpeto de largar tudo e seguir sem eira nem beira pela vida... E ainda assim, após ter permitido a civilização do meu Louco, ainda sou ele, e isso me faz feliz, por todos os demais aspectos que ainda são latentes, que ainda são palpáveis, nele e em mim.

Eis o meu Louco.

Sempre grata,

Luciana Onofre


Imagens: Luciana Onofre/ Acervo pessoal.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Mercúrio e 2011








O que o ano de Mercúrio nos reserva?

Tema desta blogagem coletiva, e aqui minha previsão, laçada ao que Mercúrio representa e encerra em si. 
Para saber sobre Ele clike aqui.

Empreguei para esta leitura dois decks, o  I Tarocchi dell'Alba Dorata e o Tarot da Tribo Cósmica [cigano].

Fico devendo as imagens por que ainda não instalei o programa do scanner...

Entendi que este é um ano para equilibrar a celeridade de Mercúrio com a sabedoria e capacidade para refletir, ouvir e saber exatamente o que falar e doar do Arcano V... para alguns O Papa, para outros O Hierofante. 

Neste deck ele aparece como um ser ávido pelo saber, quiçá mergulhado demais nesse intuito de colher dados, de apreender o mundo, deixando de perceber coisas pequenas que podem adquirir com o tempo e com o distanciamento maior dimensão do que teriam se olhos argutos para tudo estivessem atentos... Também aqui, no Dorata, este Senhor é cercado por fazeres, não se limita a aprender e guardar, ele coloca em prática, mediante experimentos, o que viu e internalizou.
É então um Arcano V singular, peculiar e que reforça meu enamoramento por este deck!

Do Tribo Cósmica, me surge  a lâmina 30, Os Rios, ligada de imediato a Oxum, e esta carta é benfazeja por natureza! 

Ela comunica que o ano se em equilíbrio pode adquirir as cores da Paz, aquela paz intensa, profunda, que emana de dentro de cada ser.

Eu a capto como uma carta que anuncia também um ano propicio ao encontro de coisas verdadeiras, de coisas que dialogam com a alma de forma clara e calma; e que pode sanar ou deletar os deslizes que ocasionalmente um ano com a energia de Mercúrio [canalizada de maneira deficiente] facilite entre aqueles que não levem em consideração o equilíbrio entre Mercúrio, O Hierofante e os Rios.






La Fede do Alba Dorata

Os Rios do Tribo Cósmica





Sempre grata!

Luciana Onofre


segunda-feira, 21 de março de 2011

"Os Arcanos na sua linha do tempo": Minha vida em 11 arcanos

"Os Arcanos na sua linha do tempo".
"Instantes marcantes e Arcanos que recriam seus momentos e memórias, essa é nossa pauta agora.
Na trilha do livro da vida há um ou mais de um Arcano que registrou ou irá registrar suas experiências e vivências, nosso convite é tecer com você esse percurso, identificando esses Arcanos e a essência que eles guardam da sua linha do tempo. Afinal lidar com eles é um infinito exercício de aprendizagem e reflexão, lembrar do nosso passado mediante eles é exercitar de fato as lições que eles carregam".




Primeiro uma panorâmica com os 11 arcanos que definem de maneira ampla e concisa o que sou.




Decks: Lukumi, Shadowscapes, Tribo Cósmica, Paulina, The Golden Tarot, De Las Hadas




Para minhas escolhas couberam diversos decks de Tarot, pois sou defensora como muitos de que cada um é um universo particular, ainda que discorrendo do mesmo assunto [cada arcano]; assim um Dependurado  [prefiro esta conotação, pois não o vejo Enforcado, e sim suspenso, em estado de suspensão de vida terrenal] como o do Tarot mitológico não retrata com exatidão a forma como eu vivi esse ciclo/arcano. Esta sistemática se coloca em todos, e se o leitor perceber os decks escolhidos são dinâmicos, excetuando o The Golden Tarot, que seria meu primeiro ciclo de vida.




Suspensão







Minha infância foi vivida numa espécie de suspensão de vida, quase supressão.
Longos períodos de tempo em imobilidade imposta me fizeram ter como companhia preponderante minhas idéias, minhas fantasias, e um contato cercano de elevado grau com o mundo de lá.






Assim esse estado de suspensão não foi ao todo negativo, quiçá sem ele eu não teria cultivado meu gosto pela leitura, nem aguçado a sensibilidade que a todos nós é inerente quando pequenos, por ser este estado algo muito recorrente em meus dias de criança essas conexões se firmaram e passei para a adolescência com elas ativas. Nada se perdeu ou foi soterrado pelas impressões que a vida adulta impõem e castram assim o modo de ver e sentir certas coisas.









De forma simultânea, coabitando bem a essa recorrente imobilidade [Dependurado do Paulina Tarot] eu permaneci num ir e vir longo, extenuante e corrido, com curtos lapsos de tempo fixando raiz [ O Louco do The Golden Tarot] e escolhi este Louco por que ele ilustra a contento a forma como eu vivi o ir e vir, sempre com a mente permeada de ilusões, de sonhos, com o olhar literalmente nos céus por onde passamos.






Sob eles eis minha Lua [The Golden Tarot] pois esta Lua aqui é minha Lua de fato: uma contagem de tempo, lenta sem pressas, uma união entre essas minhas Luas/Noites densas com  a Terra, com meu corpo em esperas, um mundo lunar, lunático de sombras não temidas, de vozes sem corpos, de falas e contatos com pessoas que moram em outro mundo, o dos idos. 

E a leveza daquela borboleta que paira sobre meu Louco retrata meu desejo de ir além do que o corpo/matéria me deixaram ir.  

Essas locomoções se deram entre cidades, entre países... E sempre o que levávamos era quase aquilo que cabia em nossas "trouxas", deixando matéria maior para trás.








As Torres em minha vida foram uma longa constante, literalmente na sua leitura e também de forma metafórica, deixar casa e tudo o que nela se constrói, foi algo que me marcou profundamente, e aos meus daquele então, fazendo com que eu tivesse uma necessidade intrínseca e esfomeada por evitar que essas Torres me seguissem quando adulta e muito mais atiçada essa necessidade quando criei eu, meu lar pessoal, quando pari minha cria...

Ir e vir, constantes deixam espaços vazios, e quem diz o contrário não deve ter reparado com acuro esse tema... 
Principalmente se vivemos isso quando crianças passamos a não criar elos, a estar sempre prontos a partir, e isso pode muitas vezes tornar a pessoa seca e fria no quesito desapego. 

Isso a mim ocorreu, e apenas agora aos 40 algo tem mudado, mas eu sei, me sei um ser desapegado, meio que vendo ao tudo como algo que a qualquer instante poderá sair do horizonte, ficando para trás... Dizer adeus se torna assim algo esperado e que cria couraças na alma e coração. Isso é algo bom? Para mim sim, para mim Luciana, para quem me cerca não, por que impõe dor, dor pela postura fria como é encarada essa possível Torre [que ainda espreita?].






A Morte, bem ela é uma Morte sui generis, eis ela aqui do Shadowscapes Tarot, por que ela é uma Morte como eu a vejo: recomeços, mesmo que seja a morte literal, aquela que seca a carne e liberta a alma rumo a uma nova vida no devir... 

Eu não temo a Morte, temo sim e muito duas coisas, a loucura mental e o encarceramento físico... Mas isso é coisa para uma outra conversa.

Esta linda Fenix é uma Morte que me tomou, que me falou, que me disse, você já morreu mais de 20 vezes, e esta aqui, é aqui, você recomeçou, e nunca perdeu o fôlego, você já me viu na carne 5 vezes, dançou comigo, chamou meu nome, e decidiu viver... 
E é isso mesmo. Morte é algo natural aqui comigo.




Execução









Ação/Execução, ela veio e ficou em minhas mãos finalmente, eu sou aquele tipo de ser que fala e faz, que diz e corre para ver o que diz tomando formas.

Isso veio lá do outro ciclo, sem tempos para pensar, para idealizar eu não seria hoje tão imperativa como sou, e eu amo isso em mim.

Não quero, não posso e não devo esperar, eu devo executar.






Então minha Roda da Fortuna não poderia ser outra que esta do deck El Tarot de las Hadas, aqui eu movimento minha Roda, eu sou a única responsável por ela, se cai, se some, se segue, se retrocede, apenas eu posso ser assinalada com meu próprio dedo em riste. 
Sou eu quem a movimenta!








E ela, nela eu entendo, apreendo, compreendo uma rotação vívida, sem sombras esvaecidas ou partícipes negativos, apenas por que EU entendo tudo, tudo como saldo positivo, e nisto incluo minhas quedas, meus medos, minhas perdas, tudo é soma, tudo me constrói, assim a Roda do Paulina Tarot mostra quem faz parte da minha Roda.  Lá encima me vejo à mim, aquática [pelas intuições, que são pauta em mim, pela nova Luciana mais sensível, mais aberta a mutações].








Este belíssimo Hierofante do Paulina Tarot é aquela forma como eu encaro o que levo dentro, nada do que tenho aprendido possuiria sentido se eu deixasse ali, dentro. 
Tudo tem que vir a tona, que sair, que ser partilhado, e por isso admiro profundamente quem assim opera, aqueles seres que correm atrás do saber [sou eu assim] que possuem sede inesgotável pelo saber, e que após saber desejam partilhar... Em solidão, solitude não há valia para toda a imensa sapiência que possa você colher e recolher... 
Generosidade é o segundo nome do meu Hierofante!





Momento atual






Meu hoje é esse ali encima fotografado/ilustrado.







Quiçá a Cigana eu seja, tenha sido desde sempre, eu sempre fui mesmo que uma criança calada e instrospecta, um ser firme, com caráter forte, hoje a diferença e me perdoe aquele que veja nisso algo egoísta ou de ética suspeita, eu aprendi a gerir o meio, eu aprendi a conduzir, eu aprendi a coadunar a minha força com a sabedoria daquela Cigana [da Tribo Cósmica] , não vou mais de cara dando falas, dizendo o que desejo, apontando o dedo, eu hoje sou  a Cigana sabida, aquela que vai enfrente e diz eu vim e verei, vim e farei, mas conto com você para tudo isso... e lhe serei grata.







Ao seu lado há aquele Diabo, ao meu lado, e me desculpe novamente quem tem cargas de preconceito quanto a este Arcano, ele é hoje para mim, [isso para mim, deve entender você, dentro do que se configura hoje minha vida] um modo ativo de ver a vida, de fazer com que ela aconteça, eu quero tudo e mais um pouco sim! 

E quem não quer? Entretanto poucos dão a cara a tapa dizendo que querem... 

Mas entendamos que este Diabo aqui [do Paulina Tarot] não é o maquiavelismo imperando, a loucura material, a ganância descabida, ele é o artefacto que impele rumo à vitória dos ganhos materiais, do bem-estar físico, da assunção das nossas habilidades para isso aconteça! 

Nesta lâmina o Sr. Diabo não está acima, nem maneja títeres, ele esta lado a lado, ele senta em nossa companhia sobre um imenso baú que guarda em si o que almejamos para nossa vida material/mundana, nosso sustento, nosso sucesso físico... 

Sabe você o segredo para abrí-lo? Creio eu, que seja saber lidar com nossas vontades, com o que o destino/Diabo nos oferta na medida certa! Estou aprendendo isso!







E imperando, coroando meus Arcanos, minha vida, e meu hoje, esta linda lâmina do Lukumi Tarot: O Nove de Copas, aqui sendo Ela, Yemayá Yemmu, por assim transcrever minha missão agora, sou mãe, devo prover, e devo prover com abundância, uma abundância plural, aquela que sana o corpo, que enriquece a alma e a mente e que traz amor... Muito amor consigo!

Vivo no hoje, uma etapa profícua, onde a realização do que eu planejei esta acontecendo! 
E mediado por diversas transformações a vida começa a dizer aos brados: você é dona da sua trilha, logo você esta colhendo na medida em que coloca em ação o pensado.

Estou prenhe de coisas boas que sei posso fazer acontecer, plena de dádivas recebidas [muito esperadas, meus Deuses me sorriem]... 
Me conecto com pessoas que tem muito a me dizer, que admiro, que somam, que me compõem. 
Este nove de copas, fala do que eu sou!

Esta carta prediz: o futuro é bom, pleno em abundância!

A dinâmica da nossa blogagem coletiva foi algo delicado, porém que me mostrou que "apesar de los pesares" a vida tem sido boa para mim! 
E que sou aquilo que quis e quero ser.


Sempre grata,

Luciana

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